2 de set. de 2009

A jornada não seria rápido

Tão pouco fácil, soando como bordão de novela açucarada dei o primeiro passo...

Naquele momento pensei em retroceder, afinal, tudo estava encaixado, altamente arredondado sob o que era pra ser.

Mas persisti, peguei o próximo ônibus que me levaria para os portões da mudança, o vento soprava pensamentos fúteis como que tipo de roupa usar, se o hálito estava fresco ou ainda se o perfume já não vencia...

Pouco importava para o caminho das verdades que pede apenas pés firmes, caráter e claro coração e mente abertos para o novo.

Dei-me conta de que somos muito egocêntricos durante a empreitada da vida.
Isso serve como escadarias sem corrimão?

No caminho jurei ter encontrado as linhas tortas por onde Deus tanto escreve certo...

Vi todo o tipo de sujeira dita como certa pela pessoas próximas, logo ali, diante do meio fio da vida estavam pessoas de potencial máximo para o progresso organizacional da indústria...

Como faz parte o questionamento interno, pensei: O que fazem ali?

Eu quis parar para perguntar o que estava acontecendo com eles, mas vi que de nada adiantava travar um diálogo com quem não ouve a si próprio!

Virei a página do bairro mais próximo...
Queria folhar isso mais rápido, ignorância minhas, pois poderia muito bem aproveitar mais as letras deixadas pela vida que nos guia...

Passou-se tempo, tive perdas, muitos ganhos, aprendizados, progressos, tropeços causados por eu mesmo...

Ainda bem que o questionamento interno aquele, continua sempre!

Descobri ali um grande amigo para destravar minhas pernas para o além...