21 de jul. de 2009

Me deito pra assistir.

O espetáculo a noite.

O vento, o barulho do mundo girando lá fora.
As coisas não são mais como eram, é óbvio, precisamos sair do lugar mesmo...

O pulsar do gigante lá fora e eu aqui dentro, ouvindo mesmo a batida do coração, o sangue circula, nossa, como estou vivo hoje!

Sei o que quero, tenho certeza que logo em frente isso tudo me aguarda, tenho planos, metas, objetivos, paixões e um amor para cuidar, crescer...

Observei a maneira como gira a roda, esses dias eu pensei em frear um pouco, não consegui. A maneira correta então foi durante a girada do amanhã, agir de uma maneira diferente a cada instante e lá está, a chegada!

Não quero troféu, medalha, quero um abraço, um sorriso, um sofá, uma conversa sem fim...
Quero nadar no meio do realizar, do ser...

Já se jogou de cara e alma no desconhecido e na finar arte do invisível?

Fica a sugestão.